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Valor da cesta básica varia até 85% em Maceió, diz Procon

O preço do kit que compõe a alimentação básica do maceioense varia de R$ 87,25 a R$ 161,46

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A pesquisa foi realizada em oito estabelecimentos da capital
A pesquisa foi realizada em oito estabelecimentos da capital | Foto: Ascom Procon Maceió

O valor da cesta básica comercializada na capital alagoana registrou uma variação de até 85%, segundo levantamento divulgado nessa quinta-feira (27), pelo Procon Maceió. De acordo com a pesquisa, o preço do kit que compõe a alimentação básica do maceioense varia de R$ 87,25 a R$ 161,46.

A pesquisa foi realizada em oito estabelecimentos da capital, onde foram consultados 16 itens, como macarrão, arroz parboilizado, feijão, entre outros produtos.

A maior variação entre os produtos que compõem a cesta básica foi registrada na farinha de milho flocada de 500g, cujo preço oscila entre R$ 0,99 e R$ 3,99 - um diferença de 303%.

Em nível nacional, o custo médio da cesta básica subiu em 14 das 17 capitais brasileiras que são analisadas pela Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, divulgada mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Apenas três capitais apresentaram queda no custo da cesta: Goiânia (-2,32%), Florianópolis (-0,13%) e Porto Alegre (-0,12%).

As maiores elevações observadas entre os meses de janeiro e fevereiro ocorreram em Recife (4,44%), João Pessoa (2,55%), Natal (2,28%) e Brasília (2,15%). Maceió não entra na pesquisa.

Entre os maiores vilões para o aumento no preço da cesta estão o café, que subiu em todas as capitais pesquisadas, o tomate e o quilo da carne bovina de primeira. No caso do café, as altas variaram entre 6,66%, na capital paulista, e 23,81%, em Florianópolis.

Cesta mais cara

A cesta básica mais cara do país no mês de fevereiro foi a de São Paulo, com custo médio de R$ 860,53. Em seguida, estão as cestas do Rio de Janeiro (R$ 814,90), Florianópolis (R$ 807,71) e Campo Grande (R$ 773,95). Já nas regiões Norte e Nordeste do país, onde a composição da cesta é diferente, os menores valores foram registrados em Aracaju (R$ 580,45), Recife (R$ 625,33) e Salvador (R$ 628,80).

O Dieese estimou que o salário-mínimo em fevereiro deveria ser de R$ 7.229,32 ou 4,76 vezes o mínimo atual de R$ 1.518,00. O cálculo foi feito com base na cesta mais cara, que, no mês passado foi a de São Paulo, e levando em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário-mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência.

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